Memória em pedaços

“São impressões que outrora foram individuais e hoje são coletivas…”

Por Marcelo Sampaio

Bacharel e licenciado em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP, campus de Marília, SP (1997), e técnico em fotografia pelo SENAC. Atua como fotógrafo e professor de História em Marília, SP.

 

Genericamente poderíamos dizer da memória como um compêndio de recordações das impressões que temos do mundo. Impressões individuais, internas, impressões coletivas, repassadas de formas diversas de mim para você, de você para ele, dele para nós, incessantemente. A fotografia é, pois (e também), um registro concreto dessas impressões. A fotografia é a memória de um momento, de um instante, de um lugar, de um sentimento, ou de vários deles. Não diria que o ensaio apresentado figura uma memória despedaçada, em seu sentido desintegrado ou de difícil acesso. Pelo contrário, figura uma memória composta de pedaços que acessam outros mais, como num filme. São impressões que outrora foram individuais e hoje são coletivas, já que partilhadas.
Ângela Marques

bacharel e licenciado em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP, campus de Marília, SP (1997), e técnico em fotografia pelo SENAC. Atua como fotógrafo e professor de História em Marília, SP.
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