O Corpo Masculino Perfeito: influências greco-romanas clássicas no ideal moderno

Neste ensaio discorreremos sobre os diferentes significados que os aspectos corporais masculinos possuíram desde a Antiguidade Clássica até a visão da sociedade ocidental moderna, correlacionando suas características culturais e demais perspectivas, destacando suas semelhanças e diferenças, a fim de elucidar como os gregos e romanos influenciam no nosso estilo de vida até os dias atuais. Com base no livro Amor, Sexo & Tragédia de Simon Goldhill (2007), buscaremos referências de outros autores promovendo um diálogo entre os temas, no intuito de aprofundar a discussão e aumentar o conhecimento, de modo a apresentar as equivalências em aspectos históricos, sociais, religiosos, culturais e psicológicos com o texto do autor principal.

Primeiramente, serão abordadas as questões de idealização do corpo masculino perfeito na cultura ocidental como uma herança da cultura clássica, a maneira como esse corpo era representado na era clássica e como é atualmente, bem como a análise de uma perspectiva histórica das expectativas de exibição corporal ao longo do tempo e sua brusca alteração durante a Idade média. Analisaremos como o surgimento da expressão de padrões estéticos pela arte grega forneceu regras teóricas para a idealização de perfeição corporal e sua influência na busca pela obtenção desse corpo através dos ginásios, lugar usado principalmente para prática de exercícios, mas que também cumulava outras funções para a vida social do cidadão grego.

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Por conseguinte, buscaremos explanar sobre como a noção de nudez como algo positivo ou negativo é influenciada pelas próprias expectativas condicionadas de exibição do corpo, tanto da visão atual como clássica, usando exemplos da vida social greco-romana, e também, como tais expectativas foram manipuladas para fins de discurso ideológico na Alemanha nazista. Por fim, procuraremos expandir a visão da forma corporal masculina para além de apenas esculturas, exemplificando como as representações do falo estavam presentes em vários contextos e significados na vida dos gregos e romanos, mostrando o sentido de corpo para essas sociedades enquanto o assunto é um tabu para o ocidente moderno.

Corpo perfeito e exposição corporal: A influência da antiguidade clássica no ocidente moderno até os dias atuais.

Atualmente, com a difusão midiática e a facilidade de acesso à internet e redes sociais, somos inundados com imagens que expõe o corpo masculino, bem como o aspecto que ele deve ter idealmente. Segundo Goldhill (2007), isso não é exclusividade da sociedade atual, os gregos também estavam cercados de imagens masculinas. Seja em pinturas e construções, ou em estátuas esculpidas em relevo nos edifícios (templos, tumbas, pórticos, prédios cívicos, entre outros) e objetos, a masculinidade era reverenciada na Grécia Antiga. Para o autor, a representação atual de corpo perfeito vem da tradição de retomada da cultura grega, que se iniciou no Renascimento com a redescoberta da arte clássica.

Discorrendo sobre a longa história das formas de exposição do corpo, Goldhill (2007) usa o exemplo dos retratos de Perseu e Andrômeda, que assim como inúmeros outros retratos de heróis, passaram no decorrer da história, do coberto ao desnudo.  Na era clássica um Perseu nu, como eram retratados os heróis gregos, no período do Renascimento com o fim da Idade Média e a “reconciliação com o corpo”, Andrômeda é retratada nua devido à valorização dos aspectos corporais femininos, mas dessa vez Perseu apresenta-se vestido.

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Segundo Faraco e Moura (1995), o conceito de estética na filosofia clássica refletida na arte grega era produzido de acordo com os princípios de ideal da beleza humana. Esse princípio se perdeu durante a Idade Média, quando o cânone estético clássico da beleza foi rejeitado por ser considerado como pecaminoso pela tradição cristã, nos dando um prisma de como a ideia de nudez como algo aceitável ou rejeitável foi radicalmente modelada ao longo da história, sendo indissociável ao aspecto que o corpo deve ter idealmente.

Na Grécia clássica, atingir o ideal corporal exigia condicionamento físico e treinamento, o que significava ir ao ginásio. O ginásio era o local que o cidadão grego frequentava na intenção de se exercitar, sendo seu dever visitá-lo com regularidade. Ali o corpo era preparado para a guerra, sendo sua maior ameaça se parecer com o de uma mulher. Goldhill (2007, p.20) afirma que “nossa preocupação com o corpo e exercícios não tem nada de novo, não passa de outra herança clássica”. Os cidadãos se despiam e eram besuntados em óleo para a prática de atividades físicas. De acordo com Del Priore (1995), a nudez para os antigos atenienses era tida não somente como um sinal de autoconfiança e orgulho da sua cidade, mas como catalisadora para a formação de um espaço urbano e para a prática da democracia grega.

Os ginásios serviam para o grego identificar que tipo de homem ele era e em qual papel ele se encaixava através de competições e exibições, mas não somente, esses locais faziam do corpo um tópico de conversação, desejo, preocupação e erotismo, tornando as pessoas especialmente conscientes de seus corpos. Segundo Goldhill (2007), a inclinação teórica característica grega foi crucial para que essa consciência corporal fosse traduzida em uma crença artística que oferecia regras abstratas para o corpo perfeito, proporcionando a expressão de padrões estéticos com normas definidas.

Goldhill (2007) atribui ao escultor grego Policleto, com a escultura ‘Doríforo’, o desenvolvimento de um “cânone” de belo, a imagem masculina ideal, através de princípios teóricos e conceitos matemáticos, buscando a conjunção perfeita entre equilíbrio e harmonia, denominada de “simetria”. A arte grega passa a imprimir aos homens, por meio de pinturas e esculturas, uma imagem difícil de ser reproduzida. A maioria das representações feitas pelos artistas gregos era de figuras mitológicas.

Segundo Mourão (2016), “Os arquétipos são componentes de ordem impessoal e coletiva que se apresentam sob a forma de categorias herdadas. São sedimentos de experiências constantemente vividas pela humanidade em um processo repetitivo”.  Alinhada com a visão Junguiana, a autora afirma que a mitologia é interligada culturalmente com a civilização a qual pertence, revelando seus processos psíquicos. Portanto os mitos seriam responsáveis por dar “forma” aos arquétipos. De acordo com Mourão (2016), mesmo não podendo ser contatados diretamente pela psique os arquétipos dariam aptidão para a reprodução das mesmas idéias míticas. Essa dinâmica influenciaria, tanto os artistas gregos na tentativa de reproduzir o arquétipo do herói, quanto quadrinistas e roteiristas de filmes, atualmente.

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Elemento essencial para os ginásios a nudez é, talvez, a diferença óbvia nas exibições dos heróis míticos gregos e os super heróis dos quadrinhos e filmes atuais. Assim como os gregos iam nus aos ginásios era tão importante quanto, para os romanos, freqüentar as casas de banho, onde os cidadãos (frequentemente de ambos os sexos) usufruíam de saunas, piscinas termais, conversas e exercícios. Para tanto, “dependendo se pensamos no humano como essencialmente nu (verdade ‘natural’) ou como se vestido (verdade ‘social’) […] a nudez pode ser um estado nobre ou degradado pois seus significados são estruturados por tradições religiosas simbólicas e visuais que podem ser positivos ou negativos” (OLIVEIRA, 2004, p.4).

Dessa maneira compreende-se como o nível de tolerância a nudez é determinado pela cultura. Com o choque de muitas pessoas ao saber desse tipo de exposição na antiguidade, se torna nítida a dificuldade de desvencilhamento das próprias expectativas de exibição corporal. Relevando as devidas proporções sociais na cultura Greco-Romana, de frequentar esses ambientes onde há nudez, a apreensão quanto às impressões decorrentes do corpo despido não se trata apenas da possível erotização da situação, mas também de uma questão identitária. Segundo Oliveira (2004), o corpo humano é um lugar de ambivalência, portanto suas regulações sobre seus sentidos dependem do também do ambivalente sentido do humano. Podemos ser categorizados pelas características do quê usamos no corpo, aspectos de classe social, religião, sexualidade e personalidade são facilmente identificados em nossas roupas e acessórios.

De acordo com Goldhill (2007) o interesse por dietas e guias de exercício não é exclusividade da sociedade atual, tanto na antiga Atenas como no Império romano havia um promissor comércio para pessoas que aspiravam ao corpo perfeito. Os indivíduos que não apresentavam condições físicas esperadas para sua idade, que não se exercitavam e tinham excesso de gordura eram vistos como alheios às questões públicas.

Na Antiga medicina grega, tendo como principal colaborador Hipócrates com a publicação do tratado Na Antiga Medicina, foram os médicos e não os filósofos que compreenderam melhor a natureza do homem. A gordura corporal descrita como categoria patológica aparece nos textos atribuídos a este médico. Hipócrates, ou pelo menos os sessenta textos que a ele foram atribuídos, baseou sua noção de saúde e doença ao equilíbrio dos humores (MORTOZA, 2011, p.52).

Portanto o corpo do cidadão grego era considerado propriedade pública, e deveria ser exposto para observações e comentários, sendo que sua percepção de si dependeria dessa avaliação. O cidadão que não se dedica em promover avaliações positivas se torna assunto de interesse público, tornando a gordura uma questão política.

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Mesmo tendo consciência de que definições como religião e cultura influenciam no conceito de beleza corporal, a imagem do físico atlético está impregnada no imaginário ocidental. Ainda que expostos a diferentes concepções de beleza do corpo, para Goldhill (2007), permanecemos achando que sabemos o que é um corpo bonito, como um conceito imutável, demonstrando o quanto os mitos gregos exercem poder sobre a cultura ocidental contemporânea.

Os Jogos Olímpicos de Berlim em 1936 mostram como a Alemanha nazista utilizou esse evento para expandir seus dogmas, recuperar a auto-estima do povo alemão e principalmente exaltar a raça ariana. Como na época nazista a propaganda era algo que estava intimamente ligada aos acontecimentos, pode-se perceber a maneira que o corpo ganhou importância na sociedade alemã no filme Olympia, que demonstrou que o esporte e o ideal corporal foram usados para preparar e disciplinar os mais jovens para as guerras e como esses jogos esportivos podem ter fins políticos e exaltar um regime e um povo.

Hitler usou um evento mundial e de cunho não-político para mostrar a nova Alemanha que nascia depois da Primeira Guerra Mundial. A força do Estado, a capacidade de organização e, principalmente, a tentativa de demonstrar a superioridade da raça ariana foram amplamente divulgadas pela propaganda do partido nazista através dos jornais, rádio e cinema (MOSTARO, 2012, p. 96).

Hitler se apoiou na ideia dos gregos que também utilizavam os jogos olímpicos para cultuar o corpo perfeito e consolidar ideologias. Com o passar do tempo esse culto ao corpo passou a fazer parte da cultura alemã, culminando no discurso racista da promoção do físico atlético ariano, todas as pessoas que não se enquadrassem no rigoroso padrão imposto por Hitler sofriam graves consequências.

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Simon Goldhill (2007) nos traz a perspectiva de Friedrich Nietzsche que discorre sobre a alegação de que a raça alemã descende dos gregos e no geral estamos nos tornando mais gregos, primeiramente como fantasmas helenizadores, mas o objetivo crucial é que nos tornemos gregos também em nossos corpos. “Como os próprios gregos, nós nos cercamos de forma masculina, preparada por meio de exercício e da dieta, objeto do escrutínio público, do desejo e do fracasso. Essa personificação do mito grego se entranha na imaginação cultural ocidental e sobrevive como uma herança em todos nós” (GOLDHILL, 2013, p. 30).

E curiosamente existe algo na nossa sociedade que não seja herança cultural? Lane (2013) nos coloca que tudo aquilo que é aprendido é determinado socialmente. Não sendo diferente ao nos referimos à ideia de corpo ideal, a personificação do mito grego é iminente na sociedade, e para obter esse corpo idealizado se torna cada vez mais acessível comercial e cientificamente.Os métodos de busca pelo padrão de beleza vão se aperfeiçoando, estudos se tornam cada vez mais específicos em métodos cirúrgicos, remédios, correções, plásticas, dietas compulsivas, tudo isso ainda revela uma sociedade preocupada com a aparência do corpo.

 Nas sociedades grega e romana, era comum a valorização do corpo, porém, de acordo com Goldhill (2007), a maneira como eles expuseram a forma corporal humana, é consideravelmente mais complexa, exemplo disso são as formas de representação do órgão sexual masculino. Nesse aspecto a maneira como nos diferenciamos da cultura greco-romana, revelaria tabus e ansiedades da concepção de si atualmente. Os pênis arrancados das estátuas da antiguidade, pela tradição cristã, revelam a dicotomia de visões de “quem pensamos ser”, ao longo da história.

Mesmo hoje, na sociedade moderna há leis que proíbem a exibição do pênis ereto na televisão ou em jornais. Em séries televisivas como a inglesa Game of Thrones, a exibição de um nu frontal masculino na sexta temporada causou repercussão nas mídias, mesmo já tendo sido exibidas cenas de simulação de ato sexual, violência sexual e mulheres nuas. Na televisão brasileira, segundo Zanella e Klanovicz (2014), as telenovelas passam a quebrar barreiras em relação a nudez do corpo masculino desde a década de 1980, quando homens passam a destacar-se nos meios midiáticos, todavia só em 1990 é que seus corpos passam a ganhar mais atenção, tornando-se cada vez mais, sensuais e erótico, causando estranheza na mídia.

Além do óbvio aspecto erótico e do conhecido “símbolo de fertilidade”, o falo estava presente na estrutura da religião na vida clássica na representação de deuses, em contextos políticos, teatrais e situações informais. Era com naturalidade que os romanos retratam em suas casas, artefatos do pênis ereto em suas portas e em sarcófagos. Figurações do falo eram utilizadas nos ritos cívicos do Estado grego em culto a Dionísio, bem como na representação da criatura mitológica Príapo, que tinha também a figura fálica como elemento caracterizante, apresentado como instrumento de ameaça e poder.

Embora o falo seja um símbolo que tenha como referência o pênis, é importante ressaltar que ele não é o pênis, pois o falo é sempre ereto, pronto para o ato sexual. Dessa forma não estamos tratando do órgão genital masculino e sim de uma representação cheia de outros significados, que pode, em virtude disso, levar a questionar a idéia de que ele representaria um poder eminentemente masculino  (CAVICHIOLLI, 2013, p. 245).

O maior símbolo de obscenidade do ocidente moderno era algo trivial à cultura clássica. Assim como o Vaticano se encarregou de retirar os pênis das estátuas romanas e cobrir com discretas folhas de parreira, a sociedade atual continua desaprovando exposições fálicas. Para Goldhill (2013), a facilidade de exibição de aspectos corporais na antiguidade em contraponto à reprovação da exposição na modernidade denuncia o sentido do corpo e sexualidade em ambas as culturas, e com isso, a dificuldade moderna em racionalizar o porquê da sua reação às imagens do corpo, e o que isso diz sobre quem somos.

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Após a análise dos materiais utilizados nesse ensaio, bem como entendimento dos aspectos que permeiam a antiguidade clássica greco-romana e a modernidade ocidental quanto às ideias de corpo perfeito e nudez masculina, pode-se entender que as expectativas de perfeição e exibição corporal são profundamente influenciadas pela cultura de cada sociedade. Influenciadas pelos acontecimentos históricos, tais ideais são radicalmente transformados ao longo do tempo, sofrendo readequações. Dito isso, a história das formas de exposição corporal masculina sofreu alterações durante a modernidade, tanto no aspecto que o corpo deve ter quanto quais partes devem ficar à mostra, porém a origem das representações de corpo perfeito arraigadas no imaginário ocidental seria grega.

As nossas heranças clássicas não se tratam apenas de padrões de beleza. A preocupação atual com o corpo, academias, dietas, guias de saúde e exercícios já eram hábitos da Grécia antiga. O corpo do cidadão grego era propriedade pública, sendo seu dever torná-lo o mais próximo possível do padrão, os homens que não estavam em forma eram importunados e julgados, possivelmente outra herança clássica. O cânone estético clássico de beleza, que promoveu a busca pela simetria, foi impetuosamente reprovado pela tradição cristã na Idade Média. Sendo considerado pecaminoso, o corpo deveria ser apenas o receptáculo da alma. Com a retomada da cultura clássica no Renascimento surge a tradição de suster a escultura grega como ideal de corpo masculino que nos influencia até hoje.

Essas transformações do que é almejável ou reprovável nas expectativas de exposição corporal revelam o quão envolvidos estão os indivíduos com os padrões estéticos de suas épocas. Entretanto, a influência das estátuas clássicas é uma visão parcial da maneira como o corpo era representado e percebido no mundo clássico.  As inúmeras as representações do falo na Grécia e em Roma, além de apenas um símbolo de fertilidade, estavam inseridas nos mais variados contextos sociais, políticos e religiosos. Imagens fálicas talvez sejam o maior tabu da sociedade atual, porém, a maneira como se reage às representações do corpo humano, comum a todos, revela o sentido do corpo, sexualidade tanto na cultura clássica como ocidental moderna, e o que isso significa para quem nós pensamos que somos.

REFERÊNCIAS:

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DEL PRIORE, M. L. M. Dossiê: A história do corpo. Anais do Museu Paulista, São Paulo, v.3, n.1, 1995. Disponível em: < http://zip.net/bctH3V> Acesso em 31 de ago. 2016.

 

FARACO, E. C; MOURA, F. M. Língua e Literatura. São Paulo: Editora Ática, 1995.

 

GOLDHILL, Simon.  Amor, sexo & tragédia: Como os gregos e romanos influenciam nossas vidas até hoje. Rio de Janeiro: Carlos Zahar Ed., 2007. 2016. Disponível em: < http://zip.net/bstJr8 > Acesso em 02 de set.

 

LANE, S. T. M. O que é psicologia social. São Paulo: Brasiliense, 2006.

 

OLIVEIRA, Eduardo C. Naturismo e Identidade. VIII Congresso Luso-Afro-brasileiro de Ciências Sociais, Coimbra, p. 4, 2004. Disponível em: < http://zip.net/bdtJFv >. Acesso em 26 de Ago. 2016.

 

MORTOZA, A. S. A Obesidade Como Expressão de Questão Social: Nutrição e Estigma. Brasília, 2011. 

 

MOSTARO, F. F. R. Jogos Olímpicos de Berlim 1936: o uso do esporte para fins nada esportivos. LOGOS 35 Comunicação e Entretenimento: Práticas Sociais, Indústrias e Linguagens. Rio de janeiro, v.19, n.1, 2012. Disponível em: < http://zip.net/bqtJ5W> Acesso em 31 de ago. 2016.

MOURÃO, H. R. Carl Gustav Jung e os Arquétipos. (En)cena- A saúde mental em movimento. Palmas, 2016. Disponível em: < http://zip.net/bvtJzJ >. Acesso em 01 de set. 2016.

 

MOURÃO, H. R. Carl Gustav Jung e a importância psicológica dos mitos. (En)cena- A saúde mental em movimento. Palmas, 2016. Disponível em: <http://zip.net/bftH3Y>. Acesso em 01 de set. 2016.

 

ZANELLA, J. C; KLANOVICZ, L. R. F; Homens eróticos em prova: representações masculinas na revista Veja (1992-1993). In: SIMPÓSIO GÊNERO E POLÍTICAS PÚBLICAS, 3., 2014, Londrina. Anais do III Simpósio Gênero e Políticas Públicas. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2014. Disponível em: < http://zip.net/bctH3X>. Acesso em 30 de ago. 2016.